Usando o parâmetro –root-directory, onde você indica a raíz do sistema operacional a ser recuperado:
# mount /dev/hda2 /media/root
# /sbin/grub-install /dev/hda –root-directory=/media/root
Recuperando o Grub
8 09 2008Comentários : Deixar um comentário »
Tags: grub, Linux, ubuntu
Categorias : Linux
VirtualBox utilizando “Interface do Hospedeiro”
11 02 2008
Desde que comecei a utilizar o VirtualBox como solução doméstica para virtualização tenho tentado fazer minhas máquinas virtuais se comunicarem com os demais computadores da rede, até hoje não tinha tido sucesso. Sempre tentei fazer a coisa da maneira mais difícil possível. Tentando sem ler documentação não consegui chegar nem perto da solução desejada. Ontem em uma inspirada madrugada resolvi ler a documantação do VirtualBox e lá estava um capítulo explicando como fazer isto no Ubuntu e outras distribuições Linux.
Vamos aos passos para fazer tudo funcionar.
A primeira coisa a fazer é instalar o pacote bridge-utils
- $ sudo apt-get install bridge-utils
Depois você deve adicionar uma entrada no arquivo /etc/networdk/interfaces que descreva a “ponte”. Abaixo um exemplo de uma ponte chamada br0.
- auto br0
iface br0 inet dhcp
bridge_ports eth0
No exemplo temos uma rede com endereçamento IP dinâmico mas nada impede que você defina um endereço IP fixo.
Reinicie os serviços de rede com o seguinte comando:
- $ sudo /etc/init.d/networking restart
Com isso a ponte será iniciada mesmo reiniciando o sistema.
Agora siga os seguintes passos que são específicos para sistemas Ubuntu e Debian:
- $ sudo apt-get install uml-utilities
Para que o VirtualBox tenha acesso a interface, o usuário que rodará a máquina virtual deve ser adicionado ao grupo uml-net. Execute o comando abaixo substituindo pelo usuário que executará a máquina virtual:
- $ sudo gpasswd -a <user> uml-net
Será necessário logar novamente para que as permissões sejam aplicadas.
Agora você deve descrever uma entrada TAP no arquivo /etc/network/interfaces como abaixo:
- auto tap0
iface tap0 inet manual
up ifconfig $IFACE 0.0.0.0 up
down ifconfig $IFACE down
tunctl_user <user>
Novamente substitua pelo usuário que executará a máquina virtual. Altere também a linha onde está escrito “bridge_ports eth0″ para que fique “bridge_ports eth0 tap0″ sem as aspas.
Reinicie os serviços de rede e a mágica estará feita.
Como esta empreitada foi realizada durante a madrugada, podem haver algumas falhas neste tutorial. Não exite em reportar meus esquecimentos nos comentários.
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Categorias : Linux
Virtualbox
11 02 2008Creio que muitos aqui já conheçam o excelente software de virtualização VirtualBox.
O que muitos desconhecem é o poder que ele tem. Poder que vai muito além do que vemos em sua interface gráfica.
Este software contém poderosos utilitários que podem ser utilizados via linha-de-comando, ou até nos seus programas em shell-script.
Neste artigo serão abordados os dois principais:
- VBoxManage, que tem por função o gerenciamento das máquinas virtuais, bem como discos e imagens virtuais.
- VBoxSDL, que é uma interface simples para a execução das máquinas Virtuais, mas que não necessita da biblioteca Qt.
Antes de começar, tenha a certeza de já ter o VirtualBox devidamente instalado. Não vou abordar aqui este processo, mas você certamente encontrará vários tutoriais na Internet.
E, antes de começar, dou uma mini-dica para você não ficar com dor-de-cabeça quando atualizar o kernel e perceber que o VirtualBox não funciona mais.
Isto acontece porque para funcionar, o VirtualBox necessita que um módulo especial, chamado vboxdrv. Mas normalmente este módulo não é automaticamente atualizado quando instalamos um novo kernel. Isto não é necessariamente um problema, já que é muito fácil compilar e instalar este módulo. Para isso, tenha a certeza de ter os programas de desenvolvimento (compiladores, etc) corretamente instalados, além do código-fonte da versão do kernel Linux que você utiliza também instalados.
Estando satisfeitos estes requerimentos, execute:
# /etc/rc.d/rc.vboxdrv setupEspere uns instantes até que o módulo seja instalado, e corra pro abraço:
# /etc/rc.d/rc.vboxdrv startLembrando que “/etc/rc.d/rc.vboxdrv” é o script de inicialização VirtualBox no Slackware. Em outras distros, como Debian e Fedora, este script normalmente se chama “/etc/init.d/vboxdrv”. A sintaxe é a mesma.
Também faremos algumas convenções:
Quando um comando inicia com um cifrão ($), significa que o comando pode ser executado como usuário comum. Quando iniciar com um jogo-da-velha (#) – eu chamo de jogo-da-velha, e daí?
-, significa que deve ser executado como root.
Também digo desde já que, para que os comandos sejam executados é necessário que você esteja no diretório onde está instalado o VirtualBox. No meu caso, o diretório em questão é o /usr/lib/virtualbox. É perfeitamente contornar isto (alguns links simbólicos aqui e acolá), mas isto foge do escopo deste tutorial.
Além disso, você deve incluir este diretório na variável de ambiente LD_LIBRARY_PATH:
Outro dia eu explico para que serve esta variável e como utilizá-la.
Feito isto, vamos começar logo o tutorial:
Criando, modificando e Iniciando
Para criar uma Máquina Virtual com o nome Ubuntu 7.10 Gusty, tecle:
$ ./VBoxManage createvm -name “Ubuntu 7.10 Gusty” -registerE serão ecoados na tela algumas informações sobre a máquina criada.
VirtualBox Command Line Management Interface Version 1.5.4_OSE
(C) 2005-2007 innotek GmbH
All rights reserved.
Virtual machine ‘Ubuntu 7.10 Gusty’ is created and registered.
UUID: 35362bb9-19ef-4ee5-8daf-256cff87146a
Settings file: ‘/home/tenchi/.VirtualBox/Machines/Ubuntu 7.10 Gusty/Ubuntu 7.10 Gusty.xml’
As informações úteis aqui serão o nome da máquina virtual, uma identificação única, por meio de uma sentença composta por números e letras, além do arquivo de configuração da máquina virtual. Sendo um arquivo XML, pode ser modificado manualmente pelo usuário.
A sintaxe deste comando é simples. O parâmetro ‘-name’ serve para você especificar o nome da máquina virtual e o parâmetro ‘-register’ para registrar a máquina virtual nas configurações do VirtualBox.
Mas esta máquina é muito “crua”. Não dizemos para o VirtualBox qual sistema operacional será hospedado na máquina virtual, nem a quantidade de memória ou discos utilizados.
Por isso vamos criar um disco que será utilizado pela máquina:
$ ./VBoxManage createvdi -filename “Disco do Ubuntu” -size 5000 -registerCom este comando, criamos um disco com o nome (-filename) Disco do Ubuntu, tamanho (-size) de 5000MB (~5GB) e o registramos (-register) nas configurações do VirtualBox.
Vamos também registrar uma imagem ISO de CDROM/DVDROM para iniciarmos a máquina virtual.
$ ./VBoxManage registerimage dvd /imagens/Imagem-do-Ubuntu.isoCom este comando estamos dizendo que estamos registrando uma imagem de DVD (dvd) e, e indicamos o caminho do arquivo da imagem.
Como já temos uma imagem de CDROM e um disco virtual, vamos configurar a máquina virtual.
Precisaremos definir alguns recursos que serão utilizados pelo hospedeiro:
Memória que iremos utilizar: 300MB.
Memória de vídeo: 8MB
Utilizar dispositivos USB nos hospedeiro: Sim
Ativar o dispositivo de som no hospedeiro: Sim
Precisaremos também da identificação dos discos. Para isso, utilizaremos o comando ‘VBoxManage list’:
$ ./VBoxManage list dvdsVirtualBox Command Line Management Interface Version 1.5.4_OSE
(C) 2005-2007 innotek GmbH
All rights reserved.
UUID: a8279467-0fa2-4bb8-d6ab-f51706e0c5d4
Path: /imagens/Imagem-do-Ubuntu.iso
Accessible: yes
VirtualBox Command Line Management Interface Version 1.5.4_OSE
(C) 2005-2007 innotek GmbH
All rights reserved.
UUID: ca9a8150-8971-4526-deaf-fd84db389fe8
Storage type: Virtual Disk Image
Path: /home/tenchi/.VirtualBox/VDI/Disco do Ubuntu
Accessible: yes
Com isso, teremos a identificação da imagem do Ubuntu e do disco.
Assim, finalmente executamos:
$ ./VBoxManage modifyvm “Ubuntu 7.10 Gusty” -memory 300 -vram 8 -hda ca9a8150-8971-4526-deaf-fd84db389fe8 -dvd a8279467-0fa2-4bb8-d6ab-f51706e0c5d4 -boot1 dvd -usb on -audio alsa -ostype linux26Agora vamos destrinchar cada “palavrinha” deste comando:
* modifyvm é o comando para que indica que queremos modificar a máquina virtual. Seguido dele vem o nome ou o UUID da máquina virtual que está sendo modificada.
* -memory define a quantidade de memória dedicada à máquina. A unidade utilizada é o megabyte.
* -vram define a quantidade de memória de vídeo dedicada à máquina. A unidade utilizada é o megabyte.
* -hda define qual vai ser o disco utilizado como HD principal. Você pode utilizar como argumento o UUID do dispositivo ou o nome do arquivo. No exemplo foi utilizado o UUID. O mesmo vale para ‘-hdb’, se desejar utilizar uma imagem como disco secundário.
* -dvd define qual imagem será utilizada como HD principal
* -usb define se utilizaremos (on) ou não (off) dispositivos usb no sistema hospedado
* -audio define qual será o método utilizado para executarmos áudio no sistema hospedado. As possíveis opções são alsa, null, oss ou none.
* -ostype define qual sistema operacional irá rodar na máquina virtual. Para saber as possíveis opções, execute “./VBoxManage list ostypes”. No exemplo foi utilizado linux26, que significa linux-2.6.
* -boot1 diz qual será o primeiro dispositivo na ordem de boot. O mesmo vale para o segundo, que seria -boot2, e assim sucessivamente. As possíveis opções são: none floppy dvd disk net.
Com a máquina virtual configurada, podemos utiliza-la sem problema. Vamos inicialmente iniciá-la:
$ ./VBoxManage startvm “35362bb9-19ef-4ee5-8daf-256cff87146a” -type guiVamos esmiuçar de novo o comando:
* startvm é o comando para iniciar uma máquina virtual. Ele vem seguido do nome ou UUID da máquina em questão
* -type define como será executada a máquina. As possíveis opções são: gui e vrdp. Com a opção gui, a máquina visualmente será executada numa janela, como a que estamos acostumados no VirtualBox, com menus e necessitando da biblioteca Qt3. Já com a opção vrdp, ela será executada “em plano-de-fundo”, não sendo exibida nenhuma janela. Desta forma a máquina pode ser acessada remotamente numa rede. Deixo claro que eu ainda não testei este método, portanto não posso dizer ao certo qual é o comportamento do sistema nesta condição.
Estes não são todos os recursos do VirtualBox, mas somente o suficiente para colocar uma máquina virtual para funcionar. Ainda pretendo abordar, quem sabe num outro texto, neste mesmo batpost, neste mesmo batblog, mais alguns recursos, como configurar a rede e controlar a máquina virtual.
Mas isto não significa que este texto pare por aqui. Não senhor (ou senhora
).
Compartilhando arquivos
É perfeitamente possível acessar, da máquina virtual, arquivos do hospedeiro. Este processo não é lá muito simples – utilizei dois bonequinhos de vudu e meio -, mas no final do processo ninguém chega a sair ferido
A única coisa que precisaremos é instalar um módulo especial na máquina virtual, para que ela enxergue uma ou mais pastas configuradas no hospedeiro como compartilháveis.
Vamos começar neste ponto: definir as pastas compartilháveis.
Para isso, vamos ao comando:
$ ./VBoxManage sharedfolder add “Ubuntu 7.10 Gusty” -name “Pasta HTDOCS” -hostpath /var/www/htdocs/* sharedfolder indica a configuração de pastas compartilhadas
* add indica que estamos adicionando uma pasta
* Ubuntu 7.10 Gusty é o nome da máquina virtual
* -name é como a pasta em questão será reconhecido na máquina virtual, como um volume próprio
* -hostpath define a pasta que será compartilhada, na máquina real
Para remover uma pasta compartilhada,
$ ./VBoxManage sharedfolder remove “Ubuntu 7.10 Gusty” -name “Pasta HTDOCS”Acho que não é preciso explicar como funciona o comando
Feito isto, inicializaremos a máquina virtual. Mas vou fazer algo diferente aqui. É que para que o módulo poder ser instalado no sistema da máquina virtual, é necessário que você tenha o código-fonte do kernel (linux) instalado no sistema virtual. Como atualmente eu estou com uma relativa preguiça para instalá-lo no Ubuntu, utilizarei uma máquina virtual com o Slackware 12.0 já pronto para o processo.
Também precisaremos da imagem ISO com os utilitários do VirtualBox para a máquina Virtual, que normalmente faz parte do pacote do VirtualBox, mas pode ser obtido separadamente no link:
http://www.virtualbox.org/download/1.5.4/VBoxGuestAdditions_1.5.4.iso
No meu caso, ele está no arquivo /usr/lib/virtualbox/VBoxGuestAdditions.iso. Verifique na sua distro onde está este arquivo. Feito isto, iremos registrar esta imagem nas configurações do VirtualBox:
$ ./VBoxManage registerimage dvd /usr/lib/virtualbox/VBoxGuestAdditions.isoÉ possível que você receba uma mensagem de erros justamente pela imagem já estar registrada no VirtualBox. Ignore.
Modificaremos a máquina Virtual para utilizar a imagem acima como CDROM:
$ ./VBoxManage modifyvm Slackware-Test -dvd 58e8fa4f-b93a-4a85-f2b5-c199ec035f3e -memory 64Onde 58e8fa4f-b93a-4a85-f2b5-c199ec035f3e é a UUID da imagem, e Slackware-Test é a máquina onde o Slackware já está instalado, e ‘-m 64′ é para eu utilizar somente 64MB de memória na máquina Virtual, o que é o suficiente para o Slackware rodar bem.
Iniciando…
$ ./VBoxManage startvm Slackware-Test -type guiJá dentro da máquina Virtual, monte a imagem:
# mount /dev/cdrom /mnt/cdrom -t iso9660Em seguida, execute o arquivo /mnt/cdrom/VBoxLinuxAdditions.run:
# /mnt/cdrom/VBoxLinuxAdditions.runSe tudo ocorrer bem, reinicie a máquina virtual:
# rebootNesta máquina eu coloquei a pasta /home/ do hospedeiro correspondente ao volume ‘masaki‘ da máquina virtual. Vamos agora montar esta imagem:
Na máquina virtual, execute…
# modprobe vboxsf… para carregar o módulo.
Para montar a pasta compatilhada:
# mount masaki /mnt/masaki -t vboxsfA partir deste ponto, todos os arquivos da pasta compartilhada estarão em /mnt/masaki
Mas todos sabemos que é bem chato ficar montando manualmente o volume a cada inicialização. Para contornar isto, podemos agir de duas formas: colocar os comandos acima num arquivo de inicialização, ou fazer do método tradicional, pelo arquivo /etc/fstab.
Confesso que a primeira maneira é meio “porca”, por isso utilizaremos a segunda.
Mas vejam que, se simplesmente adicionarmos uma linha no arquivo fstab, o volume não será montado, basicamente porque ele necessita de um módulo especial, que é carregado somente depois que o kernel monta os volumes definidos no arquivo fstab.
Para consertar isto, execute:
# echo /sbin/modprobe vboxvfs >> /etc/rc.d/rc.modulesDepois abra para edição o arquivo /etc/rc.d/rc.S, e localize a linha (padrão no Slackware 12: 299)
/sbin/mount -a -v -t nonfs,nosmbfs,nocifs,noproc,nosysfs,nodevptsE deixe-a da seguinte forma:
/sbin/mount -a -t nonfs,nosmbfs,nocifs,noproc,nosysfs,nodevptsFeito isto, vamos editar o arquivo /etc/fstab. Adicione a seguinte linha no arquivo:
masaki /mnt/masaki vboxsf rw,auto 0 0Onde masaki é o nome do volume e /mnt/masaki é onde eu quero que ele seja montado; vboxsf é um sistema de arquivos próprio do virtualbox. Nas opções de montagem eu coloquei rw,auto, para que a partição funcione em modo leitura-escrita e seja montada durante o boot. Personalize estas opções a seu gosto.
Salve e feche o arquivo.
Pronto, agora reinicie a máquina virtual rezando para que o volume seja montado durante o boot
Neste modo, as mudanças feitas na pasta compartilhada são aplicadas na pasta real. Num próximo texto explico como fazer para que tais mudanças sejam “esquecidas” depois que a máquina virtual for desligada (modo transiente). Também explicarei como utilizar um disco ou partição real numa máquina virtual.
E eu fiz o teste de compartilhamento somente utilizando Linux como hospedeiro e sistema virtualizado. Mais informações sobre como proceder em outros sistemas operacionais são encontrados na documentação do Virtualbox.
Utilizando uma interface mais simples: VBoxSDL
Como disse lá no início, a Interface em Qt não é obrigatória. Existe uma interface bem mais simples para o VirtualBox, chamada VBoxSDL. Você verá que ela lembra muito o QEMU, tanto no seu uso quanto na aparência.
Aqui serei breve.
Para iniciar uma máquina Virtual, utilize o comando:
$ ./VBoxSDL -vm Slackware-TestCito aqui os parâmetros mais comuns para este comando:
-vm <Nome ou UUID da Máquina>, define qual máquina virtual inicializaremos
-fullscreen, para iniciar em modo tela-cheia
-m define a quantidade de memória a ser utilizada. Esta quantidade será utilizada somente durante esta execução da máquina virtual
-boot, define o dispositivo inicialização. As possíveis opções são: ‘a‘, para disquete; ‘c‘, para HD; e ‘d‘, para CD-ROM/DVD-ROM.
Para mais informações, utilize o parâmetro –help
Conclusão
Acredito que, depois do exposto, o VirtualBox passe a ser visto como uma solução profissional – e livre – para quem necessitar deste maravilhoso recurso chamado virtualização.
O que este artigo abordou foi somente uma gota perto de todos os recursos que esta ferramenta nos apresenta. Mas deixo para um outro dia um maior aprofundamento destes recursos, em parte por este texto já ter ficado demasiado grande
Observações: este texto demorou mais de uma semana para ser escrito. Aconselho vocês a não terem irmã(o)(s) chatos que te interrompam toda hora ![]()
Ele também foi feito à base de muita bolacha de água e sal com geléia de acerola (receita da minha mãe, outro dia posto) e ao som de Legião Urbana, Radiohead e Os Seminovos!
Referência
Documentação do VirtualBox: http://www.virtualbox.org/wiki/Documentation
E aqui também vai um link interessante sobre redes no VirtualBox:
http://www.ubuntero.com.br/?p=450
Até próxima!
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Categorias : Linux
Salvando a MBR & Partition Table
25 01 2008
Recentemente publiquei esta matéria, onde explico uma maneira simples e eficaz de realizar backups e restores utilizando o programa Partimage. Apesar de extremamente prático, o partimage não oferece a opção de realizar um backup completo do disco, apenas de partições.Em alguns casos peculiares, de nada adianta ter apenas um backup da partição. Mas se você tem um backup da MBR, tabela de partições e lógico as próprias, pode-se dizer que você realmente você clonou o HD inteiro. Abaixo explico como salvar sua MBR e Tabela de Partições.
Este comando salvará aqueles primeiros 512 bytes onde fica instalado o gerenciador de boot. Acesse o diretório onde você deseja salvar a imagem da MBR e execute:
dd if=/dev/hda of=hda.mbr count=1 bs=512
Este segundo comando faz uma cópia da “partition table” do disco. Esta inforação contempla o inicío e fim de todas as partições do disco, logo se você restaurar este arquivo em um outro HD, ele ficará particionado exatamente como o original, lembrando que ele tem de ser do mesmo tamanho ou maior (ficando o espaço excedente disponível).
sfdisk -d /dev/hda > hda.sf
Para restaurar os backups, na pasta onde estão salvos os arquivos, inverta os comando deixando-os assim:
dd if=hda.mbr of=/dev/hda
sfdisk –force /dev/hda <>
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Categorias : Linux
Turbinando o Kubuntu 7.10 – Gutsy Gibbon
25 01 2008Vou explicar aqui os passos a serem seguidos pós instalação para que você transforme o seu franzino Kubuntu 7.10 post install em um “Mister Muscle Exterminator Penguin Mega Play ALL Universo Transcendental” =) adicionando os recursos abaixo:
- Java
- Flash
- Streaming
- Reproduzir arquivos Mp3
- Reproduzir DVD’s
- Reproduzir arquivos Quicktime e RealVideo
- Converter arquivos de áudio para outros formatos
- Ripar CD’s de áudio
- Ripar DVD’s
- Fontes populares do MS Windows
- Suporte a 3D para placas ATI / NVidia
- Wireless para placas Broadcom 43xx (bem populares em notes)
1 – Introdução:
Não é de hoje que a maioria absoluta das distribuições de renome internacional deixam de oferecer suporte nativo a determinados tipos de arquivo. A razão? Basicamente para evitar problemas com patentes. Exemplos de distribuições que seguem esta linha: [*]Ubuntu, Suse, Red Hat, Fedora entre tantos outros.
2 – Preliminares!
2.1- Descomentando o Sources.list
O fundamental no início, é editar o arquivo “/etc/apt/sources.list” e remover as tralhas “#” do início de algumas linhas neste arquivo. Quando este símbolo está no começo da linha, o sistema entende que é um comentário e simplesmente ignora, note que as que tem que ser removidas são as tralhas seguidas por “deb http…” quando for realmente um comentário deixe ela sussegada.
Para editar o arquivo execute em uma janela de terminal o comando “sudo nano /etc/apt/sources.list“.
2.2 – Atualizando a Base de Dados do APT
Agora que você descomentou as linhas, é necessário atualizar a base de dados do APT para que os novos pacotes fiquem disponíveis. Simplesmente execute “sudo apt-get update“.
3 – Fazendo a roda girar…
3.1 – Adicione o pacote “kubuntu-restricted-extras”
Essa é uma boa novidade do Gutsy, ele já adiciona várias pacotes diferentes neste “meta-pacote” facilitando a vida do usuário que não terá de instalar uma a uma. Este “meta” adiciona suporte a Mp3 (reprodução e deconding), Java, Flash, Reprodução de DVD’s (não encriptados) e LAME (ripper de Mp3). Cerifique-se em seguida que o pacote “libxine1-ffmpeg” está instalado, ele é essencial para a reprodução de arquivos Mp3 no Amarok.
3.2 – Codecs Diversos e DVD’s encriptados
Neste passo será necessário adicionar o repositório Medibuntu, é um procedimento extremamente simples. Execute em uma janela de terminal o seguinte comando “sudo wget http://www.medibuntu.org/sources.list.d/gutsy.list -O /etc/apt/sources.list.d/medibuntu.list” e em seguida este comando para importar a chave do repositório e atualizar o sources.list “wget -q http://packages.medibuntu.org/medibuntu-key.gpg -O- | sudo apt-key add – && sudo apt-get update“.
Para suporte a DVD’s encriptados, instale o pacote libdvdcss2 com o comando “sudo apt-get install libdvdcss2” e para ter acesso a reprodução de inúmeros codecs e formatos de audio e vídeo instale o w32codecs, agora com o comando “sudo apt-get install w32codecs“.
3.3 – Ripando DVD’s no Linux
Apesar de termos soluções bem mais profissionais e completas como o dvd:rip, um programa na mesma linha que é bastante simples e eficiente é o K9Copy. Com alguns cliques você salva de modo compacto todo um DVD no seu HD. Para instalá-lo, proceda com o mesmo esquema, “sudo apt-get install k9copy“.
3.4 – Ripando CD’s de Audio
Para ripar CD’s, instale o “KAudioCreator” apesar de sua simplicidade, este programa esconde recursos bem avançados. comando: “sudo apt-get install kaudiocreator“.
3.5 – Convertendo arquivos de audio
Instale o SoundKonverter, “sudo apt-get install soundkonverter“.
3.6 – Fontes populares do MS Windows
Neste caso você deverá instalar dois pacotes, o msttcorefonts e o ttf-xfree86-nonfree. Neste exemplo basta repetir o modelo acima separando os pacotes com um espaço. “sudo apt-get install msttcorefonts ttf-xfree86-nonfree“
4 – Suporte a Hardware
4.1 – ATI, NVidia & Wireless Cards
Esta talvez tenha sido a mais significante atualização do Kubuntu, pois não é mais necessário ficar editando arquivos na mão, carregando e dropando módulos do kernel e etc. Simplesmente vá em “Configurações do Sistema > Avançado > Drivers Restritos” e dê alguns cliques. O que você tiver de hardware que necessite de drivers proprietários estará nesta lista. No meu caso, em um notebook “HP ZV6201CL” utilizo drivers proprietários da ATI e Broadcom mas para outros dispositivos o procedimento é idêntico, apenas selecionar a caixa de texto e o programa é instalado automaticamente após o download.
5 – Problemas
5.1 – Reprodução de DVD’s
Como nem tudo é perfeito, esta última versão do Kubuntu vem apresentando para muitos usuários problemas com a reprodução de DVD’s mesmo após a instalação dos pacotes necessários. Ao que tudo indica trata-se de uma falha na execução automática do comando ldconfig, uma ferramenta do sistema responsável por registrar novas bibliotecas após instalação. Felizmente algo que o (K)Ubuntu tem de mais presente é sua comunidade, e certamente os usuários que estiverem tendo este problema logo encontrarão um fix.
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Permission ntfs-3g
19 01 20081º Crear en /etc/fuse.conf
Después poner dentro
user_allow_other
2ºSi se quiere que el usuario tenga privilegios para montar la partición, aplicar estos comandos por orden:
sudo chown root $(which ntfs-3g)
sudo chmod 4755 $(which ntfs-3g)
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SUSE Menu no Kubuntu Edgy Eft
16 01 2008

O Suse menu é um novo paradigma de menu de aplicativos para o KDE. Esse novo menu possibilita acesso aos programas favoritos, recentemente utilizados, itens de meu computador, todos os programas (interno ao menu, sem expansão do mesmo) e saída do sistema através das abas presentes no menu dispostas horizontalmente. Outra de suas facilidades é a busca de aplicativos no campo acima que a realiza instantaneamente e também serve de lançador, pois os aplicativos digitados no campo são exibidos (quando existem) com o caminho e o executável e funcionam como o “Executar Comando…”. Por exemplo, se digito “cfdisk” ele exibe “Run /sbin/cfdisk” pois não existe no menu, mas está no PATH.
Para que se tenha uma idéia de como é seu funcionamento veja o vídeo abaixo onde mostro a busca de aplicativos, as abas do menu e abro o aplicativo xterm no fim.
E ainda tem este vídeo onde mais recursos são demonstrados.
>> Instalando o Suse Menu (kicker-Kickoff)
Para instalar o kicker-kickoff siga os passos abaixo.1º) Precisa fazer o download do pacote DEB. Use o link abaixo para isso. Este link é do repositório do 3v1ñ0 (Treviño) para o kubuntu Edgy Eft.
2º) Agora devemos instalar o pacote. Abra o terminal e siga para a pasta onde fez o download do arquivo (pode também abrir o konqueror e pressionar F4 na pasta desejada para que o terminal se abra nela).
3º) Na pasta onde foi feito o download, digite o comando abaixo para instalar o novo menu.
$ sudo dpkg -i kicker-kickoff_1_i386.deb4º) Reinicie a interface gráfica para que as alterações tenham efeito, feche seus programas e pressione CTRL + ALT + BACKSPACE.Pronto! O menu deve ter mudado automáticamente para o novo. Se isto não acontecer, clique com o botão direito do mouse sobre ele e escolha a opção “Swtch to Suse Menu Style”. Caso não goste do menu e queira voltar ao clássico (antigo) clique com o botão direito sobre o menu e escolha a opção “Swtch to KDE Menu Style”.
>> Abrir Menu quando clicar sobre ele apenas
Muita gente não gosta que o menu se abra apenas porque o mouse passou sobre ele (eu, por exemplo), mas isso é muito simples de acertar, siga os passos abaixo para isso.1º) Clique com o botão direito sobre a barra de tarefas (barra do menu K) e escolha a opção “Configurar Painel…”.
2º) Na janela que se abre, escolha a opção “Menus” que aparece à esquerda.
3º) Agora desmarque a opção “open menu on mouse hover” (veja a figura abaixo).
4º) Pressione Ok e pronto!
>> Alterar ícone do Suse Menu
Para alterar o ícone do Suse Menu é muito simples, basta trocar as imagens que estão localizadas no diretório mostrado abaixo por outras de sua escolha:
/usr/share/apps/kicker/pics/kmenu_active.pngA minha troca foi essa:
/usr/share/apps/kicker/pics/kmenu_basic-vertical.mng
/usr/share/apps/kicker/pics/kmenu_basic.mngkmenu_active – botão pressionado
[Antigo] » [Novo]
kmenu_basic – botão não pressionado
[Antigo] » [Novo]
kmenu_basic-vertical – mouse sobre o botão
[Antigo] » [Novo]
Para trocar estas imagens é muito simples, siga os passos abaixo para fazê-lo pelo terminal de texto.
1º) Abra o terminal de texto na pasta onde salvou a imagens que deseja utilizar no menu (as novas imagens).
2º) Use os comandos abaixo para copiar cada uma das imagens.
Imagem do menu (sem pressionar ou manter o mouse em cima):
$ sudo cp NOME_DA_IMAGEM.png /usr/share/apps/kicker/pics/kmenu_basic.mngImagem quando pressionado:
$ sudo cp NOME_DA_IMAGEM.png /usr/share/apps/kicker/pics/kmenu_active.pngImagem quando o mouse estiver em cima:
$ sudo cp NOME_DA_IMAGEM.png /usr/share/apps/kicker/pics/kmenu_basic-vertical.mng3º) Agora use o comando abaixo para reiniciar e atualizar o menu.
$ dcop kicker Panel restart
>> Imagens de Menu do Kbfx
Eu usei uma imagem de menu feita para o Kbfx, para os interessados vou disponibilizar algumas abaixo, inclusive a que uso. As ultimas 8 imagens fui eu quem fez no Gimp. As duas primeiras foram encontradas por nosso amigo Galactus.
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Categorias : Linux
fusermount: failed to open /dev/fuse: Permission denied
16 01 2008Comentários : Deixar um comentário »
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NeanderThal FS
16 01 2008Due to some bugs playing hide-and-seek with(in) the “Hardware Abstraction Layer” (short: HAL) of Linux, at present, it seems to be virtually impossible to access NTFS devices by applying the otherwise usual “click to mount” method … But with “NeanderThal” being the least worse of Mickey$oft file systems, thus to be preferred to any version of (V)FAT, a way to restore acceptable usability is badly needed – and provided provisorily by this (my) loopy little “bug by-pass”:
With ntfs-3g and fuse installed and configured properly by default (well done, this time …), one difficult task remains to be coped with: the unambiguous identification of the partition in question, preferably on the basis of it’s ID (sic!), as elaborated in this text (applying analogously to non-removable media), resulting in a device node identifier akin to:
/dev/disk/by-id/usb-SWISSBIT_Twist_10003406R5000049-0:0-part1
Based on that information and with a matching mount point prepared (e.g. /media/mickey), finally, all data has to be compiled in(to) an adequate amendment to the file system table (/etc/fstab), comparable with:
/dev/disk/by-id/[blurb] /media/mickey ntfs-3g users,umask=000 0 0
If all this went well, “media neandertalensis” ought to be available virtually as if they were hosting real file systems
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5 09 2007dpkg –get-selections “*” > pacotes_instalados.txt
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