Salvando a MBR & Partition Table

25 01 2008


Recentemente publiquei esta matéria, onde explico uma maneira simples e eficaz de realizar backups e restores utilizando o programa Partimage. Apesar de extremamente prático, o partimage não oferece a opção de realizar um backup completo do disco, apenas de partições.
Muitas vezes não é prático, nem muito esperto, realizar backups de todo o seu disco. Se você seguiu meu conselho no post citado, lembra? aquele de separar dados e sistema… Então seus dados, incluindo a foto da tia Genoveva e todo aquele arsenal de músicas e vídeos estão em uma partição distinta, que não a do sistema. Logo, se você corrompeu de alguma forma seu sistema, para quê restaurar 60, 80, 120GB de dados quando seu sistema tem, digamos, apenas 10Gb?Você já tentou compactar uma Mp3 por exemplo? Você pode tentar, mas adivinha só… não dá. A razão é simples, a estrutura de dados dentro de uma Mp3 já é extremamente compacta. Você pode usar RAR, ZIP, 7z, BZ2 o que quiser, não dá mesmo. É simplesmente inútil, a redução no tamanho total é insignificante. Conclui-se então que a compactação oferecida pelo partimage apenas consumirá tempo no backup de arquivos deste tipo, tornando o processo de backup/restore destas partições algo enfadonho.Essa introdução foi apenas para enfatizar que você não deve esperar horas a fio pela finalização de um backup/restore full quando a única partição envolvida é a de sistema. Mas lembre-se que um backup full é importante, com uma frequência bem mais esporádica, mas importante.Nesta manhã, um amigo ligou-me com a seguinte situação: por alguma razão, ele instalou o Windows XP em uma das partições disponíveis que tinha em sua máquina que até então possuia instalado o Kurumin Linux. O problema é que o Windows normalmente não está nem aí para as opiniões do usuário e não perguntou se deveria ou não sobrescrever a MBR (Master Boot Record – os primeiros 512 bytes do disco – local onde normalmente ficam guardadas as informações de inicialização do(s) sistema(s) e simplesmente passou por cima da mesma arbitrariamente). O resultado foi que apesar do Kurumin estar lá no disco, em uma das partições, ele simplesmente perdeu a opção de ser inicializado. É claro que com algum trabalho isso pode ser revertido, mas aqui vai uma solução simples de como fazer backups e restores não apenas da MBR mas também da tabela de partições do disco.

Em alguns casos peculiares, de nada adianta ter apenas um backup da partição. Mas se você tem um backup da MBR, tabela de partições e lógico as próprias, pode-se dizer que você realmente você clonou o HD inteiro. Abaixo explico como salvar sua MBR e Tabela de Partições.

Este comando salvará aqueles primeiros 512 bytes onde fica instalado o gerenciador de boot. Acesse o diretório onde você deseja salvar a imagem da MBR e execute:

dd if=/dev/hda of=hda.mbr count=1 bs=512

Este segundo comando faz uma cópia da “partition table” do disco. Esta inforação contempla o inicío e fim de todas as partições do disco, logo se você restaurar este arquivo em um outro HD, ele ficará particionado exatamente como o original, lembrando que ele tem de ser do mesmo tamanho ou maior (ficando o espaço excedente disponível).

sfdisk -d /dev/hda > hda.sf

Para restaurar os backups, na pasta onde estão salvos os arquivos, inverta os comando deixando-os assim:

dd if=hda.mbr of=/dev/hda

sfdisk –force /dev/hda <>





Turbinando o Kubuntu 7.10 – Gutsy Gibbon

25 01 2008


Vou explicar aqui os passos a serem seguidos pós instalação para que você transforme o seu franzino Kubuntu 7.10 post install em um “Mister Muscle Exterminator Penguin Mega Play ALL Universo Transcendental” =) adicionando os recursos abaixo:

  • Java
  • Flash
  • Streaming
  • Reproduzir arquivos Mp3
  • Reproduzir DVD’s
  • Reproduzir arquivos Quicktime e RealVideo
  • Converter arquivos de áudio para outros formatos
  • Ripar CD’s de áudio
  • Ripar DVD’s
  • Fontes populares do MS Windows
  • Suporte a 3D para placas ATI / NVidia
  • Wireless para placas Broadcom 43xx (bem populares em notes)

1 – Introdução:

Não é de hoje que a maioria absoluta das distribuições de renome internacional deixam de oferecer suporte nativo a determinados tipos de arquivo. A razão? Basicamente para evitar problemas com patentes. Exemplos de distribuições que seguem esta linha: [*]Ubuntu, Suse, Red Hat, Fedora entre tantos outros.

2 – Preliminares!

2.1- Descomentando o Sources.list

O fundamental no início, é editar o arquivo “/etc/apt/sources.list” e remover as tralhas “#” do início de algumas linhas neste arquivo. Quando este símbolo está no começo da linha, o sistema entende que é um comentário e simplesmente ignora, note que as que tem que ser removidas são as tralhas seguidas por “deb http…” quando for realmente um comentário deixe ela sussegada. :-) Para editar o arquivo execute em uma janela de terminal o comando “sudo nano /etc/apt/sources.list“.

2.2 – Atualizando a Base de Dados do APT

Agora que você descomentou as linhas, é necessário atualizar a base de dados do APT para que os novos pacotes fiquem disponíveis. Simplesmente execute “sudo apt-get update“.

3 – Fazendo a roda girar…

3.1 – Adicione o pacote “kubuntu-restricted-extras

Essa é uma boa novidade do Gutsy, ele já adiciona várias pacotes diferentes neste “meta-pacote” facilitando a vida do usuário que não terá de instalar uma a uma. Este “meta” adiciona suporte a Mp3 (reprodução e deconding), Java, Flash, Reprodução de DVD’s (não encriptados) e LAME (ripper de Mp3). Cerifique-se em seguida que o pacote “libxine1-ffmpeg” está instalado, ele é essencial para a reprodução de arquivos Mp3 no Amarok.

3.2 – Codecs Diversos e DVD’s encriptados

Neste passo será necessário adicionar o repositório Medibuntu, é um procedimento extremamente simples. Execute em uma janela de terminal o seguinte comando “sudo wget http://www.medibuntu.org/sources.list.d/gutsy.list -O /etc/apt/sources.list.d/medibuntu.list” e em seguida este comando para importar a chave do repositório e atualizar o sources.list “wget -q http://packages.medibuntu.org/medibuntu-key.gpg -O- | sudo apt-key add – && sudo apt-get update“.

Para suporte a DVD’s encriptados, instale o pacote libdvdcss2 com o comando “sudo apt-get install libdvdcss2” e para ter acesso a reprodução de inúmeros codecs e formatos de audio e vídeo instale o w32codecs, agora com o comando “sudo apt-get install w32codecs“.

3.3 – Ripando DVD’s no Linux

Apesar de termos soluções bem mais profissionais e completas como o dvd:rip, um programa na mesma linha que é bastante simples e eficiente é o K9Copy. Com alguns cliques você salva de modo compacto todo um DVD no seu HD. Para instalá-lo, proceda com o mesmo esquema, “sudo apt-get install k9copy“.

3.4 – Ripando CD’s de Audio

Para ripar CD’s, instale o “KAudioCreator” apesar de sua simplicidade, este programa esconde recursos bem avançados. comando: “sudo apt-get install kaudiocreator“.

3.5 – Convertendo arquivos de audio

Instale o SoundKonverter, “sudo apt-get install soundkonverter“.

3.6 – Fontes populares do MS Windows

Neste caso você deverá instalar dois pacotes, o msttcorefonts e o ttf-xfree86-nonfree. Neste exemplo basta repetir o modelo acima separando os pacotes com um espaço. “sudo apt-get install msttcorefonts ttf-xfree86-nonfree

4 – Suporte a Hardware

4.1 – ATI, NVidia & Wireless Cards

Esta talvez tenha sido a mais significante atualização do Kubuntu, pois não é mais necessário ficar editando arquivos na mão, carregando e dropando módulos do kernel e etc. Simplesmente vá em “Configurações do Sistema > Avançado > Drivers Restritos” e dê alguns cliques. O que você tiver de hardware que necessite de drivers proprietários estará nesta lista. No meu caso, em um notebook “HP ZV6201CL” utilizo drivers proprietários da ATI e Broadcom mas para outros dispositivos o procedimento é idêntico, apenas selecionar a caixa de texto e o programa é instalado automaticamente após o download.

5 – Problemas

5.1 – Reprodução de DVD’s

Como nem tudo é perfeito, esta última versão do Kubuntu vem apresentando para muitos usuários problemas com a reprodução de DVD’s mesmo após a instalação dos pacotes necessários. Ao que tudo indica trata-se de uma falha na execução automática do comando ldconfig, uma ferramenta do sistema responsável por registrar novas bibliotecas após instalação. Felizmente algo que o (K)Ubuntu tem de mais presente é sua comunidade, e certamente os usuários que estiverem tendo este problema logo encontrarão um fix.





Permission ntfs-3g

19 01 2008

1º Crear en /etc/fuse.conf

Después poner dentro

Código:
user_allow_other

2ºSi se quiere que el usuario tenga privilegios para montar la partición, aplicar estos comandos por orden:

Código:
sudo chown root $(which ntfs-3g)
Código:
sudo chmod 4755 $(which ntfs-3g)




SUSE Menu no Kubuntu Edgy Eft

16 01 2008

Suse Menu

O Suse menu é um novo paradigma de menu de aplicativos para o KDE. Esse novo menu possibilita acesso aos programas favoritos, recentemente utilizados, itens de meu computador, todos os programas (interno ao menu, sem expansão do mesmo) e saída do sistema através das abas presentes no menu dispostas horizontalmente. Outra de suas facilidades é a busca de aplicativos no campo acima que a realiza instantaneamente e também serve de lançador, pois os aplicativos digitados no campo são exibidos (quando existem) com o caminho e o executável e funcionam como o “Executar Comando…”. Por exemplo, se digito “cfdisk” ele exibe “Run /sbin/cfdisk” pois não existe no menu, mas está no PATH.

Para que se tenha uma idéia de como é seu funcionamento veja o vídeo abaixo onde mostro a busca de aplicativos, as abas do menu e abro o aplicativo xterm no fim.

E ainda tem este vídeo onde mais recursos são demonstrados.

> Download do Vídeo (Ogg)

>> Instalando o Suse Menu (kicker-Kickoff)

Para instalar o kicker-kickoff siga os passos abaixo.1º) Precisa fazer o download do pacote DEB. Use o link abaixo para isso. Este link é do repositório do 3v1ñ0 (Treviño) para o kubuntu Edgy Eft.

> Download do Menu Suse (kicker-kickoff)

2º) Agora devemos instalar o pacote. Abra o terminal e siga para a pasta onde fez o download do arquivo (pode também abrir o konqueror e pressionar F4 na pasta desejada para que o terminal se abra nela).

3º) Na pasta onde foi feito o download, digite o comando abaixo para instalar o novo menu.
$ sudo dpkg -i kicker-kickoff_1_i386.deb4º) Reinicie a interface gráfica para que as alterações tenham efeito, feche seus programas e pressione CTRL + ALT + BACKSPACE.

Pronto! O menu deve ter mudado automáticamente para o novo. Se isto não acontecer, clique com o botão direito do mouse sobre ele e escolha a opção “Swtch to Suse Menu Style”. Caso não goste do menu e queira voltar ao clássico (antigo) clique com o botão direito sobre o menu e escolha a opção “Swtch to KDE Menu Style”.

>> Abrir Menu quando clicar sobre ele apenas

Muita gente não gosta que o menu se abra apenas porque o mouse passou sobre ele (eu, por exemplo), mas isso é muito simples de acertar, siga os passos abaixo para isso.1º) Clique com o botão direito sobre a barra de tarefas (barra do menu K) e escolha a opção “Configurar Painel…”.

2º) Na janela que se abre, escolha a opção “Menus” que aparece à esquerda.

3º) Agora desmarque a opção “open menu on mouse hover” (veja a figura abaixo).

Configurar Painel

4º) Pressione Ok e pronto!

>> Alterar ícone do Suse Menu

Para alterar o ícone do Suse Menu é muito simples, basta trocar as imagens que estão localizadas no diretório mostrado abaixo por outras de sua escolha:
/usr/share/apps/kicker/pics/kmenu_active.png
/usr/share/apps/kicker/pics/kmenu_basic-vertical.mng
/usr/share/apps/kicker/pics/kmenu_basic.mng
A minha troca foi essa:

kmenu_active – botão pressionado
Kmenu Active Original [Antigo] » [Novo] Kmenu Pressedkmenu_basic – botão não pressionado
Kmenu Basic Original [Antigo] » [Novo] Kmenu Normal

kmenu_basic-vertical – mouse sobre o botão
Kmenu Basic Original [Antigo] » [Novo] Kmenu Hover

Para trocar estas imagens é muito simples, siga os passos abaixo para fazê-lo pelo terminal de texto.

1º) Abra o terminal de texto na pasta onde salvou a imagens que deseja utilizar no menu (as novas imagens).

2º) Use os comandos abaixo para copiar cada uma das imagens.

Imagem do menu (sem pressionar ou manter o mouse em cima):
$ sudo cp NOME_DA_IMAGEM.png /usr/share/apps/kicker/pics/kmenu_basic.mngImagem quando pressionado:
$ sudo cp NOME_DA_IMAGEM.png /usr/share/apps/kicker/pics/kmenu_active.pngImagem quando o mouse estiver em cima:
$ sudo cp NOME_DA_IMAGEM.png /usr/share/apps/kicker/pics/kmenu_basic-vertical.mng

3º) Agora use o comando abaixo para reiniciar e atualizar o menu.
$ dcop kicker Panel restart

>> Imagens de Menu do Kbfx

Eu usei uma imagem de menu feita para o Kbfx, para os interessados vou disponibilizar algumas abaixo, inclusive a que uso. As ultimas 8 imagens fui eu quem fez no Gimp. As duas primeiras foram encontradas por nosso amigo Galactus.Kmenu Estático Vista Kmenu Ativo Vista Kmenu Normal Kmenu Pressed Kmenu Hover Menu de 52px ativo





fusermount: failed to open /dev/fuse: Permission denied

16 01 2008

Bug description [edit]

fuse (sshfs, encfs, … ) fails reporting:

fusermount: failed to open /dev/fuse: Permission denied

This is because /dev/fuse is group root, when it should be group fuse
Workaround:

sudo chgrp fuse /dev/fuse

and all is well.

This is a perennial problem: Dapper, Edgy and now Feisty.





NeanderThal FS

16 01 2008

Due to some bugs playing hide-and-seek with(in) the “Hardware Abstraction Layer” (short: HAL) of Linux, at present, it seems to be virtually impossible to access NTFS devices by applying the otherwise usual “click to mount” method … But with “NeanderThal” being the least worse of Mickey$oft file systems, thus to be preferred to any version of (V)FAT, a way to restore acceptable usability is badly needed – and provided provisorily by this (my) loopy little “bug by-pass”:

With ntfs-3g and fuse installed and configured properly by default (well done, this time …), one difficult task remains to be coped with: the unambiguous identification of the partition in question, preferably on the basis of it’s ID (sic!), as elaborated in this text (applying analogously to non-removable media), resulting in a device node identifier akin to:

 /dev/disk/by-id/usb-SWISSBIT_Twist_10003406R5000049-0:0-part1

Based on that information and with a matching mount point prepared (e.g. /media/mickey), finally, all data has to be compiled in(to) an adequate amendment to the file system table (/etc/fstab), comparable with:

 /dev/disk/by-id/[blurb]  /media/mickey  ntfs-3g  users,umask=000  0  0

If all this went well, “media neandertalensis” ought to be available virtually as if they were hosting real file systems